Adaptación psicofísica del trabajador docente
de la racionalidad fordista a la acumulación flexible
DOI:
https://doi.org/10.29404/rtps-v10i15.1499Palabras clave:
Contrarreforma educacional, Trabajador de nuevo tipo, Trabajo docenteResumen
El presente artículo analiza las transformaciones históricas e ideológicas que configuran la adaptación psicofísica del trabajador docente en el contexto del pasaje de la racionalidad fordista a la acumulación flexible del capital. Así, se buscó comprender cómo las metamorfosis del capitalismo, articuladas a la ideología neoliberal y a la idea de la "Nueva Gestión Pública", inciden sobre la formación y la subjetividad del trabajador docente, produciendo nuevas formas de control y consenso activo. Se trata de una investigación de carácter explicativo, con enfoque cualitativo, realizada por medio de fuentes primarias y secundarias, y análisis documental, que objetiva examinar el papel de las contrarreformas educacionales como expresiones de la pedagogía del capital y su influencia en el trabajo docente. Los resultados indican que la lógica flexible de acumulación, amparada por la difusión de competencias y por el discurso de la innovación tecnológica, configura el nexo psicofísico del trabajador docente, intensificando la precarización de la actividad laboral, al mismo tiempo que naturaliza la explotación del trabajo bajo formas subjetivamente consentidas. Se concluye que, aunque las formas históricas de acumulación se hayan transformado, la adaptación psicofísica permanece como elemento estructural de la reproducción de las relaciones capitalistas, asumiendo rasgos aún más perversos en la contemporaneidad.
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