O AMOR SEGUNDO SLAM DA QUENTURA

a ética amorosa nas microrrevoluções cotidianas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/2742041.10.14-13

Palavras-chave:

Movimento social, Educação Popular, Raça, Ética Amorosa.

Resumo

Este artigo discute a ética amorosa a partir das expressões da atuação do Slam da Quentura, um movimento cultural negro originado na Região Norte do Ceará. Partimos de caracterizações feitas pelas próprias pessoas envolvidas neste coletivo para situar o acolhimento, as suas lutas por igualdade racial, social e pela reafirmação da identidade negra manifestada por meio da arte, da educação popular e das reivindicações públicas. Nossa discussão está ancorada em uma pesquisa de campo realizada a partir da participação em atividades e encontros do Slam da Quentura, além de entrevistas com parte de seus membros. Deste modo, as expressões da atuação do Slam da Quentura entrelaçam conhecimentos implicados no acolhimento e nas trocas de experiências entre os integrantes do grupo, mas também pela ética amorosa constituída entre seus membros e protagonizada por meio da educação popular, incidindo em uma revolução afetiva de transformação coletiva através de elementos simbólicos expressos pela arte marginal.

 

Biografia do Autor

Francisco Elionardo de Melo Nascimento, Centro Universitário Inta (UNINTA); Faculdade 05 de Julho (F5)

Doutor em Sociologia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e Pós-Doutorando em Sociologia
pela Universidade de Brasília (UNB). É professor do Centro Universitário Inta (UNINTA) e da Faculdade
05 de Julho (F5), além de pesquisador do Laboratório de Estudos sobre a Conflitualidade e Violência
(COVIO).

Victoria de Vasconcelos Gomes, Faculdade CDL

Mestranda em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará - UFC Psicóloga pela Universidade Federal do Ceará - UFC Campus Sobral. Docente do curso de Psicologia da Faculdade CDL.

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Publicado

2026-03-19