A TRANSVERSALIDADE DAS LINGUAGENS ARTÍSTICAS NA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

experiências com o Baião de Princesas da Casa Fanti Ashanti em São Luís do Maranhão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/2742041.10.14-7

Palavras-chave:

Educação antirracista, Linguagens artísticas, Baião de Princesas, Arte-educação, Lei 10.639/03

Resumo

O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a transversalidade das linguagens artísticas como via de fortalecimento da educação antirracista, conforme orienta a Lei 10.639/03. A análise parte do ritual do Baião de Princesas, realizado em 13 de dezembro de 2022, na Casa Fanti Ashanti, em São Luís do Maranhão, enfatizando a presença e os significados das linguagens visuais, musicais, corporais e performáticas. Este texto constitui um recorte da pesquisa desenvolvida na tese de doutorado Arte-Educação no Terreiro: a possibilidade de práticas pedagógicas antirracistas do/a professor/a de Arte por meio do ritual de Baião de Princesas da Casa Fanti Ashanti. Defende-se que as expressões artísticas presentes nesse ritual promovem uma experiência estética e política capaz de tensionar o racismo religioso e o epistemicídio, abrindo caminhos para uma educação sensível às ancestralidades africanas, às religiosidades afro-brasileiras e à crítica das hierarquias culturais impostas pela colonialidade.

Biografia do Autor

Luis Félix De Barros Vieira Rocha

Universidade Federal do Maranhão/ Centro de Ciências de Grajaú CV: http://lattes.cnpq.br/7771406960723773  ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9309-3175 , E-mail. luis.felix@ufma.br

Georgina Helena Lima Nunes

Universidade Federal de Pelotas/ Faculdade de Educação. CV: http://lattes.cnpq.br/3494845515615884     E-mail: geohelena@yahoo.com.br     ORCID: https://orcid.org/0000-0002-4676-4861

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Publicado

2026-03-19