ESTÁGIOS DE VIVÊNCIA
música, dança e resistência na perspectiva da educação para as relações étnico-raciais
DOI:
https://doi.org/10.29327/2742041.10.14-6Palavras-chave:
Formação Docente, Formação Continuada, Racismo, Religiões Tradicionais de Matriz AfricanaResumo
O presente artigo apresenta os resultados da terceira edição de uma experiência bem-sucedida de formação continuada de educadores antirracistas, empreendida pelo Instituto de Ciências Humanas do Pontal (Universidade Federal de Uberlândia) e o Ilè Àse Tobi Obatalá, comunidade candomblecista localizada na cidade de Ituiutaba, MG. Este projeto recebeu em 2024, pela segunda vez, o Prêmio “Paulo Freire” de Atividades Extensionistas da UFU. Teve como objetivo a realização de um estágio de vivência em terreiro de Candomblé/Umbanda (enquanto um dos microterritórios detentores de inúmeros saberes e fazeres relacionados às tradições afro-brasileiras) para professores das redes pública e privada de Ituiutaba e região, assim como alunos de cursos de Licenciatura. A interlocução no espaço sagrado foi realizada pelos membros da comunidade religiosa, que além de repassar conhecimentos, ofereceram alimentação (culinária tradicional afro-brasileira) e atividades lúdico-instrutivas. Como resultado, realizamos por meio do projeto um dia de vivência cultural que possibilitou a organização de duas oficinas em escolas de Ituiutaba. Publicações sobre a estratégia da vivência foram produzidas e mais de 100 docentes e estudantes de graduação puderam ser qualificados. Um evento de culminância foi realizado para socialização dos resultados, além de oferta de uma palestra e uma mesa redonda.
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